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segunda-feira, maio 20, 2024
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O Pãozinho nosso de cada dia

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Quem é que não gosta do cheirinho de um pãozinho que acabou de sair do forno? Hoje é dia do Padeiro

O pão é, possivelmente, o alimento mais básico do ser humano. Suas origens remontam ao período neolítico e, desde então, consumimos os mais diversos tipos de pães em todo o mundo. Massas fermentadas são comuns e estavam presentes já no Egito e na Grécia antiga.
A receita básica de qualquer pão é muito simples: basta unir farinha de grãos ou cereais, água e fermento. Com esses 3 ingredientes, é possível elaborar uma infinidade de massas. Condimentos, ervas e recheios podem ser utilizados para incrementar um dos alimentos mais consumidos no mundo.

Falando em o mais consumido, com certeza, o pão francês é o campeão em vendas no Brasil. Conhecido também como  pão de sal, ele é o tradicional pão ingerido no café da manhã de milhões de brasileiros, ou no lanche da tarde.

O panificador é quem fabrica os pães, a partir das mais variadas receitas. Este profissional tem a data de 8 de julho para comemorar como seu dia.

 Mão na Massa e Música na Mente

Padeiro e Confeiteiro Carlos / Foto: Arquivo Pessoal

Nossa redação teve acesso a uma curiosa história de um padeiro.

Natural do estado do Ceará, o jovem reside no litoral de São Paulo, Ubatuba, e lá após a pandemia, o que era sua renda extra tornou-se a única. Carlos Augusto é cantor.     O trabalho como padeiro e confeiteiro aumentava a renda da família e ajudava a financiar seu sonho de um dia chegar ao estrelato com sua música.

A pandemia fechou as portas para muita gente, porém para Carlos ela despertou de vez seu amor em “por a mão na massa”. O que era atividade em horário vago se tornou em tempo integral. Hoje, ele se dedica 100% a fabricação de seus pães caseiros que vende para São Paulo e também Rio de Janeiro.

“Fabricar pão para mim é algo prazeroso, que me relaxa e me trás alegria em poder fazer algo com carinho que será saboreado por outras pessoas” – nos conta o padeiro-cantor.

Perguntado se trocou de vez a música pelos pães, ele afirma que não, pois não se vê mais sem ambos, que para ele se completam: ” O pão alimenta o corpo e a música a alma”- finaliza.

 

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