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Filhos gerados no coração – A adoção no Brasil (parte 1)

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Ser pai e ser mãe vai além de laços sanguíneos. Ter um filho não precisa vir do seu ventre. Um filho pode vir de várias formas e o processo adotivo só é mais um deles.

Nossa reportagem especial da semana vem falar sobre Adoção.  justamente hoje que é comemorado o dia Nacional da Adoção.

Ainda bastante burocrática, a adoção tem se tornado mais simplificada a cada ano. Hoje em dia, solteiros e casais homoafetivos podem adotar. Coisa que num recente passado so era permitido a casais bem estabelecidos.

Entre casos bem sucedidos, devoluções a abrigos, raptos para adoção ilegal a adoção sempre será um assunto polémico à ser discutido. O que é importante é deixar sempre frisado que “ o direito da criança ou adolescente de ser feliz e protegido tem que vir acima de tudo.”

Em se tratando do assunto existe uma lei em vigor, a Lei de Adoção n° 13.509/2017 que trouxe alterações ao Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA e incluiu a chamada “entrega voluntaria”, que consiste na possibilidade de uma gestante ou mãe de entregar seu filho ou recém nascido para adoção em um procedimento assistido pela Justiça da Infância e da Juventude.

Ao contrário do que muita gente pensa, a mãe que dispõe seu filho para adoção não comete crime, a lei permite a entrega para garantir e preservar os direitos e interesses do menor. Em contrapartida, a mãe que desampara ou expõe seu bebê a perigo comete o crime de abandono de recém-nascido, descrito no artigo 134 do Código Penal.

Agora que vocês conhecem um pouco do mundo da adoção apresentamos nossa primeira personagem da matéria.

Karine Thebaldi (28) e seu esposo Gustavo(28) decidiram ter um filho gerado pelo coração.

No dia das mães, Karine publicou uma carta desabafo em seu Facebook contando sobre essa aventura.

Trechos do Facebook

 

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Cristiane Braga
Cristiane Braga
Coordenadora da Redação do Portal RJ4,Jornalista ,Produtora de Eventos,Tv e Rádio, Cris é uma carioca apaixonada pela profissão e pelo Carnaval. Atua no setor desde 1994, quando tinha apenas 15 anos e descobriu sua vocação. Formada desde 2001 pela UGF como Bacharel em Comunicação Social. Além dos afazeres jornalísticos, ela é Manager da Cris Mattos Assessoria de Comunicação

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