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Fim da farra dos vereadores de São João de Meriti

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Em 2014, os funcionários e aposentados da prefeitura e Câmara Municipal de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, estavam há três meses sem receber seus salários. O que eles não sabiam era que vereadores, servidores escolhidos a dedo, secretários municipais e o procurador geral do município de São João de Meriti estavam torrando dinheiro público em viagens com tudo pago para Porto Seguro, Natal, Aracaju, Cabo Branco e outras cidades turísticas da região nordeste.

 

IMPROBIDADE

Um minucioso trabalho do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que levou anos para ser concluído, finalmente formalizou um inquérito civil recheado de provas que transformam em réus aqueles que participaram da farra das viagens. A coluna teve acesso à documentação. A ação civil pública arrola dois ex-vereadores, atualmente deputados estaduais: Giovani Leite de Abreu, o Giovani Ratinho (Pros), e Marcos Muller (Solidariedade).

Além deles, cada processo traz no mínimo 30 acusados. A explicação oficial dada pelos participantes do esquema era que as hospedagens em hotéis de luxo, com dinheiro público, era para realizar um curso de capacitação. As causas estão sendo avaliadas pelo MP em quase R$ 5 milhões. “A presente demanda visa ao ressarcimento de danos ao erário, bem como a imposição de sanções por atos de improbidade administrativa em razão da verificação de que os réus, na qualidade de agentes públicos e agentes particulares, se beneficiaram ou concorreram para a prática de atos ímprobos decorrentes da contratação de curso de capacitação em local situado mais de 1.500Km de distância da sede do município”, acusa o MP.

Fonte: O dia

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