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segunda-feira, maio 20, 2024
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Força-tarefa já prendeu mais de 600 milicianos

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Mais de 600 pessoas apontadas por integrar milícias foram presas pela Polícia Civil, nos últimos seis meses. O resultado foi possível graças a uma força-tarefa criada por determinação do governador em exercício, Cláudio Castro, para impedir crimes durante o período eleitoral. Mesmo com o fim das eleições, o Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), com o delegado Felipe Curi, continuou com os trabalhos que objetivam não só prender, mas asfixiar financeiramente os criminosos. Até agora, os milicianos já tiveram R$ 1,5 bilhão de prejuízo com as 84 operações, de acordo com o levantamento que O DIA teve acesso, com exclusividade.

“Temos que combater todo tipo de crime. A milícia é um deles. Mas, aqui no Rio, foram quase dez anos sem uma política de estado contra o avanço desses grupos. Não é possível pensar em segurança pública no Rio sem usar a inteligência contra os milicianos, como estamos fazendo. Criamos uma força-tarefa na Polícia Civil para atuar no núcleo das quadrilhas e asfixiar o poderio financeiro delas. A população já sente os efeitos com as prisões”, afirmou Castro à reportagem.

Além dos capturados, 23 paramilitares morreram em confronto com os agentes. Em breve, a polícia pretende chegar aos principais procurados: Danilo Dias Lima, o Tandera; Edmilson Gomes Menezes, o Macaquinho; e Wellington da Silva Braga, o Ecko. “O cerco está se fechando, a gente está asfixiando eles. Cada operação que fazemos conseguimos ter uma quantidade de informações de inteligência absurdas. Temos percebido que isso tem incomodado muito eles e o recado é que a gente vai continuar, vai incrementar a força-tarefa ainda mais, até que o oxigênio deles acabe. Vão ficar sufocados, sem ter como respirar”, disse Curi, diretor do DGPE.

Segundo dados de inteligência da Polícia Civil, a organização criminosa tem grandes pontos de atuação, principalmente, na Zona Oeste do Rio e na Baixada Fluminense, nos municípios de Belford Roxo, Nova Iguaçu, Seropédica, Duque de Caxias e Itaguaí. Mas investigações também demonstram que os milicianos tem se estendido para o Quitungo, na Zona Norte do Rio, cidades de São Gonçalo e Maricá, na Região Metropolitana, e Mangaratiba, na Costa Verde.

Fonte: O dia

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